/* ==========================================================================
   LAVYTIER — Artigo do Journal

   O modo de leitura não pinta elemento por elemento: ele troca um conjunto
   de variáveis na raiz, e a página inteira deriva delas — texto, barra
   lateral, tabelas, citações, código, cards e imagens. Adicionar um
   componente novo é usar os mesmos tokens; ele já nasce compatível com os
   três modos. Era isso que faltava para "nativo".

   O corpo do texto também é variável (--fs): o leitor escolhe o tamanho e
   toda a escala tipográfica acompanha, porque tudo é derivado em em.
   ========================================================================== */

.jrn-root {
  /* ---- modo padrão: papel branco ---- */
  --pg:      #FFFFFF;   /* fundo da página            */
  --sf:      #FAFAFA;   /* superfície elevada         */
  --tx:      #131313;   /* texto                      */
  --tx-soft: #5A5A5A;   /* texto secundário           */
  --tx-mute: #8A8A8A;   /* metadados                  */
  --ln:      rgba(0,0,0,.10);
  --ln-soft: rgba(0,0,0,.06);
  --ac:      #000000;   /* acento: marcação e ativo   */
  --ac-on:   #FFFFFF;   /* texto sobre o acento       */
  --img:     none;      /* tratamento das imagens     */

  /* O tamanho acompanha a largura disponível. Os valores fixos foram
     calibrados para a coluna de 660px do desktop; nos 335px do celular
     rendiam 33 caracteres por linha — leitura picotada, com quebras a cada
     três palavras. O clamp resolve sem ponto de quebra: o vw manda enquanto
     a tela é estreita, o teto assume quando ela cresce. */
  /* Recalibrado em 15/08/2026, quando o corpo virou Newsreader.

     A escala anterior era da Sora, e as duas fontes não ocupam o mesmo
     espaço: o "0" da Newsreader mede 0,554em contra 0,737em da Sora — 25%
     mais estreita. Herdar os números de uma na outra não é conservador, é
     errado: nos mesmos 19,5px a linha saltava de 65 para 86 caracteres.

     Os três degraus foram medidos na coluna real de 660px, com prosa do
     próprio Journal, e escolhidos pela MEDIDA e não pelo corpo:

       21px → 76 caracteres   compacto, mais texto por tela
       24px → 65 caracteres   o alvo — a faixa de 62 a 68 que este arquivo
                              define como o ponto em que o olho encontra a
                              linha seguinte sem procurar
       27px → 57 caracteres   confortável, menos texto por tela

     Os degraus também ficaram maiores de propósito. Antes eram 18 / 19,5 /
     22: passos de 1,5 e 2,5px, ou 8% — abaixo do limiar em que se percebe
     que alguma coisa mudou, e por isso o controle parecia não funcionar.
     Agora são 3px cheios em cada degrau, ~13%.

     No celular manda o vw. A 390px de tela sobram 350px de coluna, e os
     três degraus rendem 49 / 45 / 40 caracteres — a faixa certa para tela
     estreita, onde 62 seria linha demais para o polegar acompanhar. */
  --fs: clamp(18px, 4.6vw, 24px);
  /* Sem --measure: quem define a largura é a coluna do grid, e ela é fixa. */

  --ease: cubic-bezier(.16,1,.3,1);

  background: var(--pg);
  color: var(--tx);
  font-family: var(--font, 'Sora', sans-serif);
  transition: background .45s var(--ease), color .45s var(--ease);
}

/* ---- papel ---- */
html[data-jrn-mode="warm"] .jrn-root {
  --pg: #F6F1E7; --sf: #F0E9DB;
  --tx: #26211A; --tx-soft: #5C5245; --tx-mute: #8A7E6C;
  --ln: rgba(38,33,26,.14); --ln-soft: rgba(38,33,26,.07);
  --ac: #26211A; --ac-on: #F6F1E7;
  --img: saturate(.94) contrast(.98);
}

/* ---- noite ---- */
html[data-jrn-mode="dark"] .jrn-root {
  --pg: #0C0C0C; --sf: #161616;
  --tx: #EDEDED; --tx-soft: #A8A8A8; --tx-mute: #767676;
  --ln: rgba(255,255,255,.14); --ln-soft: rgba(255,255,255,.07);
  --ac: #FFFFFF; --ac-on: #0C0C0C;
  /* Imagem em fundo escuro cega; um leve recuo devolve o conforto. */
  --img: brightness(.88) contrast(1.02);
}

/* ---- tamanho do corpo ---- */
html[data-jrn-size="s"] .jrn-root { --fs: clamp(16px, 4.1vw, 21px); }
html[data-jrn-size="l"] .jrn-root { --fs: clamp(20px, 5.2vw, 27px); }

.jrn-root, .jrn-root * { box-sizing: border-box; }
/* :where() zera a especificidade do reset. Escrito como .jrn-root a, ele
   valia (0,1,1) e vencia qualquer classe de componente — o botão do
   ecossistema herdava o branco do painel em vez do preto que pedia, e os
   ícones de compartilhar ignoravam o cinza. Reset não deve competir. */
:where(.jrn-root) :where(a) { text-decoration: none; color: inherit; }
.jrn-mono { font-family: var(--mono, 'JetBrains Mono', monospace); }

.jrn-container {
  max-width: 1180px; margin: 0 auto;
  padding: calc(var(--nav-h) + 40px) var(--gutter, 32px) 0;
}

/* ---------- voltar ---------- */
.jrn-back {
  display: inline-flex; align-items: center; gap: 9px;
  margin-bottom: 44px;
  font-size: 13px; font-weight: 500; color: var(--tx-mute);
  transition: color .2s var(--ease), gap .3s var(--ease);
}
.jrn-back svg { width: 15px; height: 15px; }
.jrn-back:hover { color: var(--tx); gap: 13px; }

/* ==========================================================================
   CABEÇALHO
   ========================================================================== */
.jrn-post-header { max-width: 800px; margin: 0 auto 48px; text-align: center; }

.jrn-post-eyebrow {
  display: flex; align-items: center; justify-content: center; gap: 14px;
  margin-bottom: 22px;
}
.jrn-post-num { font-size: 11px; letter-spacing: .16em; color: var(--tx-mute); }
.jrn-post-eyebrow-rule { width: 26px; height: 1px; background: var(--ln); }
.jrn-post-cat {
  font-size: 11px; font-weight: 700; letter-spacing: .18em; text-transform: uppercase;
  color: var(--tx);
}

.jrn-post-title {
  margin: 0; font-size: clamp(30px, 4.4vw, 52px); line-height: 1.12;
  font-weight: 700; letter-spacing: -.025em; color: var(--tx);
  text-wrap: balance;
}
.jrn-post-excerpt {
  margin: 22px auto 0; max-width: 60ch;
  font-size: 17px; line-height: 1.65; font-weight: 300; color: var(--tx-soft);
  text-wrap: pretty;
}

.jrn-post-meta {
  display: flex; align-items: center; justify-content: center; gap: 12px;
  flex-wrap: wrap; margin-top: 26px;
  font-size: 12.5px; color: var(--tx-mute);
}
.jrn-post-meta-dot { width: 3px; height: 3px; border-radius: 50%; background: var(--tx-mute); }

/* ---------- compartilhar ---------- */
.jrn-share {
  display: flex; align-items: center; justify-content: center; gap: 8px;
  flex-wrap: wrap; margin-top: 30px;
}
/* A caixa dos botões. No cabeçalho e no colofão é uma fileira; na barra
   lateral, a mesma caixa vira grade. O rótulo fica de fora dela nos três. */
.jrn-share-grade { display: flex; align-items: center; gap: 8px; }
.jrn-share-label {
  font-size: 10px; letter-spacing: .18em; text-transform: uppercase;
  color: var(--tx-mute); margin-right: 4px;
}
.jrn-share-btn {
  width: 38px; height: 38px; flex: none; padding: 0;
  display: grid; place-items: center;
  border: 1px solid var(--ln); border-radius: var(--r-2, 10px);
  background: transparent; color: var(--tx-soft); cursor: pointer;
  transition: color .2s var(--ease), border-color .2s var(--ease),
              background .2s var(--ease), transform .2s var(--ease);
}
/* 16px em todos. Antes o cabecalho usava 15 e a barra lateral 14 — o mesmo
   icone com dois corpos diferentes na mesma pagina, e o menor justamente
   onde ja era mais dificil de ler. */
.jrn-share-btn svg { width: 16px; height: 16px; }
.jrn-share-btn:hover {
  color: var(--ac-on); background: var(--ac); border-color: var(--ac);
  transform: translateY(-2px);
}
.jrn-share-btn.jrn-copiado { color: var(--ac-on); background: var(--ac); border-color: var(--ac); }

/* ==========================================================================
   IMAGEM DE ABERTURA
   ========================================================================== */
.jrn-post-hero-wrap { max-width: 1100px; margin: 0 auto 64px; }
/* margin:0 não é enfeite. Ao virar <figure>, o hero passou a herdar a
   margem que o navegador dá a esse elemento — 40px de cada lado — e a
   imagem ficava 80px mais estreita que o título logo acima dela. */
/* A proporção é a das próprias imagens do acervo, não um número escolhido:
   as capas publicadas têm 2457×1566 — 1,57:1. A moldura estava em 16/8.4,
   que é 1,905:1, quase 21% mais achatada que as fotos. Com object-fit:
   cover, essa diferença virava recorte: sumiam ~18% da altura, metade em
   cima e metade embaixo, e era exatamente onde ficavam as cabeças.

   Escrita como largura/altura da original, e não simplificada, para que o
   dia em que o padrão do acervo mudar a conta esteja à vista. */
.jrn-post-hero {
  position: relative; overflow: hidden;
  margin: 0;
  /* Superfície grande pede o degrau grande da escala derivada da logo: uma
     imagem de 1100px com o mesmo raio de um cartão lê como cartão. */
  border-radius: var(--r-4, 24px);
  background: var(--sf);
  aspect-ratio: 2457 / 1566;
}
/* Um fio interno assenta a foto sobre o papel claro, sem desenhar borda por
   fora: em imagem de fundo claro, a quina sem contorno some no papel. */
.jrn-post-hero::after {
  content: ''; position: absolute; inset: 0; pointer-events: none;
  border-radius: inherit;
  box-shadow: inset 0 0 0 1px var(--ln);
}
.jrn-post-hero img {
  width: 100%; height: 100%; object-fit: cover;
  /* Retrato de grupo tem o assunto na metade de cima: ancorar levemente
     acima do centro protege os rostos em qualquer sobra de recorte. */
  object-position: center 42%;
  display: block; filter: var(--img);
  transition: filter .45s var(--ease);
}

/* ==========================================================================
   LAYOUT
   ========================================================================== */
/* A coluna de texto é a medida — e ela não se mexe.

   Antes a largura era derivada do tamanho da letra, para manter a contagem
   de caracteres constante. Tipograficamente elegante, visualmente ruim: o
   bloco pulava de largura a cada clique, e como o texto era mais estreito
   que a coluna do grid sobrava um vão morto à direita, que mudava de tamanho
   junto. Era isso que parecia cortado.

   Agora a coluna é fixa e o texto a preenche por inteiro. Trocar o tamanho
   muda só a letra; a margem fica onde está. */
.jrn-post-layout {
  display: grid; grid-template-columns: 246px minmax(0, 1fr);
  gap: 74px; align-items: start;
  max-width: 980px; margin: 0 auto;   /* 980 - 246 - 74 = 660px de texto */
}
/* Empilhado, o texto herdaria a largura inteira do contêiner e a medida
   deixaria de existir, porque não há mais coluna do grid segurando-a.

   Este teto estava aqui desde sempre e NUNCA funcionou: valia 33em, mas lá
   embaixo havia um `max-width: 65ch` sem media query, com a mesma
   especificidade e declarado depois — então o 65ch vencia sempre. Medido
   agora, num tablet de 960px de tela, a linha chegava a 87 caracteres. O
   comentário antigo prometia 67.

   O valor é 50ch, e não um número em em ou px, por um motivo: ch é a largura
   do "0" da fonte em uso, então o teto acompanha tanto a família quanto o
   tamanho que o leitor escolheu. Em Newsreader, 50ch dão 65 caracteres reais
   de prosa — medido, não estimado; a razão entre caractere médio e "0" é de
   1,31 nesta fonte. No celular o teto não chega a morder, porque a tela é
   mais estreita que ele: a 390px sobram 350px de coluna contra os 495px que
   50ch pedem. */
@media (max-width: 960px) {
  .jrn-post-layout { grid-template-columns: 1fr; gap: 40px; }
  .jrn-post-content { max-width: 50ch; margin-inline: auto; }
}

/* ---------- barra lateral ---------- */
.jrn-post-toc { position: sticky; top: calc(var(--nav-h) + 24px); }
@media (max-width: 960px) { .jrn-post-toc { position: static; } }

.jrn-toc-inner {
  border: 1px solid var(--ln); border-radius: var(--r-3, 16px);
  background: var(--sf); overflow: hidden;
  transition: background .45s var(--ease), border-color .45s var(--ease);
}
.jrn-toc-bloco { padding: 20px; border-bottom: 1px solid var(--ln-soft); }
.jrn-toc-bloco:last-child { border-bottom: 0; }

/* progresso: anel + tempo restante, que diz mais que porcentagem */
.jrn-toc-progress { display: flex; align-items: center; gap: 14px; }
.jrn-toc-ring { width: 44px; height: 44px; flex: none; transform: rotate(-90deg); }
.jrn-toc-ring circle { fill: none; stroke-width: 2.5; }
.jrn-toc-ring-track { stroke: var(--ln); }
.jrn-toc-ring-fill  { stroke: var(--ac); transition: stroke-dashoffset .2s linear; }
.jrn-toc-progress-text { display: grid; gap: 1px; }
.jrn-toc-progress-pct { font-size: 15px; font-weight: 700; color: var(--tx); }
.jrn-toc-progress-label { font-size: 11px; color: var(--tx-mute); }

/* ---------- controles de leitura ---------- */
.jrn-ctrl + .jrn-ctrl { margin-top: 16px; }
.jrn-ctrl-label {
  display: block; margin-bottom: 9px;
  font-size: 9.5px; letter-spacing: .18em; text-transform: uppercase;
  color: var(--tx-mute); font-weight: 700;
}
.jrn-ctrl-row { display: flex; gap: 7px; }

.jrn-toc-swatch {
  width: 26px; height: 26px; flex: none; padding: 0; cursor: pointer;
  border-radius: 50%; border: 1px solid var(--ln);
  transition: transform .2s var(--ease), border-color .2s var(--ease);
}
.jrn-toc-swatch:hover { transform: scale(1.1); }
.jrn-toc-swatch--default { background: #FFFFFF; }
.jrn-toc-swatch--warm    { background: #F6F1E7; }
.jrn-toc-swatch--dark    { background: #0C0C0C; }
.jrn-toc-swatch.jrn-on {
  border-color: var(--ac); box-shadow: 0 0 0 2px var(--pg), 0 0 0 3.5px var(--ac);
}

.jrn-size-btn {
  flex: 1; height: 30px; padding: 0; cursor: pointer;
  border: 1px solid var(--ln); border-radius: var(--r-1, 6px);
  background: transparent; color: var(--tx-soft);
  font-family: inherit; font-weight: 600; line-height: 1;
  transition: color .2s var(--ease), background .2s var(--ease), border-color .2s var(--ease);
}
.jrn-size-btn:nth-child(1) { font-size: 11px; }
.jrn-size-btn:nth-child(2) { font-size: 13px; }
.jrn-size-btn:nth-child(3) { font-size: 15px; }
.jrn-size-btn:hover { color: var(--tx); border-color: var(--tx-mute); }
.jrn-size-btn.jrn-on { background: var(--ac); color: var(--ac-on); border-color: var(--ac); }

/* ---------- índice ---------- */
/* É um <button>, por causa do celular. Aqui ele se veste de rótulo: sem
   moldura, sem fundo, sem cursor de clique, e sem a contagem e a seta que só
   fazem sentido quando há o que abrir. */
.jrn-toc-label {
  display: block; width: 100%; margin: 0 0 12px; padding: 0;
  border: 0; background: none; text-align: left; cursor: default;
  font-family: inherit;
  font-size: 9.5px; letter-spacing: .18em; text-transform: uppercase;
  color: var(--tx-mute); font-weight: 700;
}
.jrn-toc-conta, .jrn-toc-caret { display: none; }
/* O recuo caiu de 13 para 7 e os 6 que faltam foram para dentro do link.
   O texto continua exatamente onde estava — 7 + 6 = 13 —, mas agora essa
   faixa pertence ao alvo do clique em vez de ser vão morto entre o fio e a
   palavra. Era metade do problema: o item parecia começar no fio e só
   respondia a partir da primeira letra. */
.jrn-toc-list-wrap { position: relative; padding-left: 7px; }
.jrn-toc-list-wrap::before {
  content: ''; position: absolute; left: 0; top: 2px; bottom: 2px;
  width: 1px; background: var(--ln);
}
/* O indicador desliza: uma linha só marcando onde a leitura está.

   Dois pixels sobre um fio de um: o marcador tem de pesar mais que a régua,
   senão os dois se confundem e não há marcação nenhuma. As pontas
   arredondadas são o que separa "um traço desenhado" de "um pedaço da borda
   que ficou preto". */
.jrn-toc-indicator {
  position: absolute; left: 0; width: 2px; border-radius: 1px;
  background: var(--ac);
  height: 0; top: 0; opacity: 0;
  transition: top .35s var(--ease), height .35s var(--ease), opacity .3s var(--ease);
}
.jrn-toc-list { list-style: none; margin: 0; padding: 0; display: grid; gap: 2px; }

/* O alvo passou a ser a linha inteira, com respiro nos dois eixos. Antes era
   `padding: 6px 0`: uma faixa da altura do texto e da largura exata das
   palavras, com buracos entre elas — clicar exigia mira. Um item de duas
   linhas ainda dava 48px, mas um subitem de uma linha dava 30, e o vão de
   2px entre eles não pertencia a ninguém.

   O deslocamento de 2px no hover saiu junto. Ele empurrava o link para fora
   da caixa e foi o que obrigou a declarar overflow-x aqui — mover a peça
   para dizer "isto é clicável" é justamente o que faz o alvo escapar do
   dedo. Uma superfície que acende no lugar diz o mesmo e não se mexe. */
/* O item ganhou numeral.

   Uma lista de links azuis-sem-azul é uma lista de links; um sumário se
   numera. É o mesmo registro do "Nº" da edição e do colofão, e é o que faz
   a coluna parecer parte de uma publicação e não um widget de navegação. O
   numeral mora numa coluna própria de 16px: assim os títulos alinham entre
   si mesmo quando um deles quebra em duas linhas — texto de sumário que não
   alinha é a primeira coisa que denuncia improviso. */
.jrn-toc-link {
  display: grid;
  grid-template-columns: 16px 1fr;
  column-gap: 10px;
  align-items: baseline;
  padding: 9px 6px;
  border-radius: var(--r-1, 6px);
  font-size: 12.5px; line-height: 1.45; color: var(--tx-mute);
  transition: color .25s var(--ease), background-color .25s var(--ease);
}
.jrn-toc-num {
  font-size: 9.5px; letter-spacing: .06em;
  color: var(--tx-mute); opacity: .62;
  transition: color .25s var(--ease), opacity .25s var(--ease);
}
.jrn-toc-link:hover { color: var(--tx); background-color: var(--ln-soft); }
.jrn-toc-link:hover .jrn-toc-num { opacity: 1; }
.jrn-toc-link:focus-visible { outline: 2px solid var(--ac); outline-offset: -2px; }

/* O subitem não recebe número — a coluna dele fica vazia de propósito, e é
   o vazio que diz que ele pertence à seção acima. O recuo vai no texto, não
   no bloco: recuar o bloco desalinharia a régua dos numerais. */
.jrn-toc-link--sub { font-size: 12px; }
.jrn-toc-link--sub .jrn-toc-txt { padding-left: 14px; }

/* O ativo se distingue por tinta, não por peso.

   O 600 mudava a largura do texto, e num título que já ocupava a linha
   inteira isso o empurrava para duas — mexendo na posição de todos os itens
   abaixo. As posições ficam guardadas para a rolagem não ter de medir nada,
   então elas passavam a apontar para o lugar errado justamente enquanto o
   indicador tentava chegar lá. Um cinza de metadado saltando para a tinta
   cheia é diferença mais que suficiente, e não move um pixel. */
.jrn-toc-link.jrn-toc-active { color: var(--tx); }
.jrn-toc-link.jrn-toc-active .jrn-toc-num { color: var(--tx); opacity: 1; }

/* O QUADRO DE COMPARTILHAMENTO

   Seis peças numa coluna de 204px não cabem em fileira, e cinco em cima com
   uma sozinha embaixo é a pior das saídas: parece a sexta que sobrou, não a
   sexta que foi prevista. Encolher todas até caber é a outra — e é como um
   bloco passa a parecer apertado.

   Três por duas é exato. Não sobra célula, não falta célula, e a divisão
   ainda carrega sentido: em cima o que leva a marca para fora — WhatsApp,
   X e o story; embaixo o que fica com quem leu — Telegram, e-mail e copiar.

   O vão de 1px não é vão: é o fio. Ele vem do fundo da grade e aparece nos
   encontros das células. Uma borda por botão desenharia o mesmo fio duas
   vezes em cada encontro, e 2px onde deveria haver 1 é exatamente o que faz
   uma grade parecer improvisada.

   As células são --pg sobre um bloco --sf: mais claras no papel branco,
   mais escuras no modo noite. Nos dois casos a leitura é a mesma — peças
   encaixadas num painel, não botões apoiados sobre ele. */
.jrn-toc-share { display: block; }

.jrn-toc-share .jrn-share-label {
  display: block; margin: 0 0 11px;
  transition: color .25s var(--ease);
}
/* Sob o cursor, o rótulo do bloco assume o nome da peça. Nada cresce e nada
   se move: seis legendas de 8px sob seis ícones seria o desenho apertado
   que a grade veio desfazer. */
.jrn-toc-share:hover .jrn-share-label { color: var(--tx); }

.jrn-toc-share .jrn-share-grade {
  display: grid;
  grid-template-columns: repeat(3, 1fr);
  gap: 1px;
  background: var(--ln);
  border: 1px solid var(--ln);
  border-radius: var(--r-2, 10px);
  overflow: hidden;
}
.jrn-toc-share .jrn-share-btn {
  width: 100%; height: 46px;
  border: 0; border-radius: 0;
  background: var(--pg); color: var(--tx-soft);
  transition: background .28s var(--ease), color .28s var(--ease);
}
.jrn-toc-share .jrn-share-btn svg { width: 17px; height: 17px; }
/* A peça acende no lugar. O salto de 2px que o cabeçalho usa abriria um
   rasgo no fio e desmancharia o quadro. */
.jrn-toc-share .jrn-share-btn:hover {
  background: var(--ac); color: var(--ac-on); transform: none;
}
.jrn-toc-share .jrn-share-btn.jrn-copiado {
  background: var(--ac); color: var(--ac-on);
}

/* Fora da coluna estreita não há aperto nenhum: a barra lateral passa a
   ocupar a largura do texto, e ali três por duas viraria seis células de
   360px. Em fileira, o quadro continua sendo um quadro. */
@media (max-width: 960px) {
  .jrn-toc-share .jrn-share-grade { grid-template-columns: repeat(6, 1fr); }
}

/* ==========================================================================
   TEXTO
   O corpo inteiro deriva de --fs. Trocar o tamanho reescala títulos,
   listas, citações e espaçamentos junto, sem nenhum valor solto.
   ========================================================================== */
/* O peso é 400, não 300, e a diferença não é estética — é de legibilidade.

   Com a serifada, o 300 declarado aqui não tinha efeito: a Newsreader era
   carregada só em 400 e 600, então o navegador arredondava para 400. A Sora
   TEM o 300 de verdade. Trocar só a família teria afinado o texto inteiro
   sem ninguém entender por quê.

   Peso leve é elegante em corpo de display — é o que faz o preço do
   Vanguard funcionar a 82px. A 18px o mesmo traço fica pálido e cansa no
   terceiro parágrafo. O aperto de -.006em existe porque a Sora é
   ligeiramente larga; em texto corrido ele melhora o ritmo sem aparecer. */
.jrn-post-content {
  font-size: var(--fs); line-height: 1.78; font-weight: 400;
  color: var(--tx);
  transition: font-size .3s var(--ease), color .45s var(--ease);
}
/* O ritmo vertical do artigo tem um dono só: a regra de fluxo abaixo.

   As margens do navegador eram zeradas com .jrn-post-content p — mesma
   especificidade da regra de fluxo e escrita depois dela, então vencia:
   parágrafo nenhum recebia espaço acima, e o texto colava na imagem
   anterior. Zerando com :where(), que não pontua, o fluxo sempre ganha. */
.jrn-post-content :where(p, ul, ol, figure, blockquote, pre, table, hr) { margin: 0; }
.jrn-post-content > * + * { margin-top: 1.35em; }

.jrn-post-content p { text-wrap: pretty; }
.jrn-post-content strong, .jrn-post-content b { font-weight: 600; color: var(--tx); }
.jrn-post-content em { font-style: italic; }

.jrn-post-content a {
  color: var(--tx); font-weight: 400;
  background-image: linear-gradient(var(--tx-mute), var(--tx-mute));
  background-size: 100% 1px; background-repeat: no-repeat; background-position: 0 100%;
  transition: background-size .3s var(--ease);
}
.jrn-post-content a:hover { background-size: 100% 2px; }

.jrn-post-content h2, .jrn-post-content h3, .jrn-post-content h4 {
  color: var(--tx); font-weight: 700; letter-spacing: -.02em;
  scroll-margin-top: calc(var(--nav-h) + 28px);
}
/* ---------- as viradas de seção ----------
   O que dava caráter ao artigo era a serifada e a capitular. Saíram as
   duas, e sem nada no lugar o texto virou corpo genérico. A identidade
   volta pelo que a marca já usa em toda parte: numeral em mono, fio de 1px
   e ar antes do título.

   A numeração sai de um contador do CSS — nenhuma marcação a escrever, e
   nenhum número para manter à mão quando um artigo ganhar ou perder uma
   seção. */
/* No desktop quem define a medida é a coluna do grid — 660px fixos, porque a
   grade tem teto de 980 e a barra lateral come 246 mais 74 de vão. Um
   max-width aqui não teria o que fazer, e era exatamente esse teto que
   atropelava, em silêncio, a guarda da tela empilhada lá em cima: mesma
   especificidade, declarado depois, vencia sempre.

   Agora há um lugar só para a medida, e ele é o media query da tela
   empilhada. Aqui fica apenas o contador das seções.

   A faixa que se persegue continua sendo a mesma: entre 62 e 68 caracteres o
   olho encontra o começo da linha seguinte sem procurar; acima disso ele se
   perde, e é metade da sensação de "texto longo demais". No corpo padrão de
   24px, os 660px da coluna rendem 65. */
.jrn-post-content { counter-reset: secao; }

/* ---------- a abertura ----------
   O artigo começava com um parágrafo em negrito, que é o recurso de blog
   por excelência — e deixava sem tratamento justamente o lugar que decide
   se alguém continua lendo.

   Agora ele é um bloco de entrada: corpo grande em peso 300. É o mesmo
   peso do preço do Vanguard, e funciona aqui pela mesma razão — leve só é
   elegante em tamanho de display. O negrito que o autor escreveu é
   neutralizado, porque num dek a ênfase vem da escala, não do peso. */
/* Refinada em 15/08/2026 — o desenho é o mesmo, quatro defeitos saíram.

   1. A MEDIDA DE 30ch NÃO ERA MEDIDA. Dava 576px numa coluna de 660: 84px de
      vão morto à direita, sem nada dentro. E não fazia trabalho nenhum, porque
      quem limita a largura do texto é a coluna do grid — 660px fixos no
      desktop, 33em na tela empilhada. Um teto a mais aqui só podia atrapalhar,
      e atrapalhava: era ele que fazia a abertura parecer recortada.

   2. O FIO ESTAVA PENDURADO NUM TRUQUE. O ::after era absoluto sem declarar
      top nem bottom: caía na posição estática (o fim do conteúdo) e um
      margin-top de 1.4em o empurrava para baixo. Funcionava só porque esse
      1.4em era igual ao padding-bottom — dois números que precisavam bater e
      que nada obrigava a bater. Em bottom: 0 quem posiciona o fio é o padding,
      e há um número só para manter.

   3. DOIS FIOS IGUAIS, DUAS RECEITAS. O das viradas de seção corre sólido até
      62% e dissolve; este era um bloco cortado a seco em 62% da largura. Mesma
      linha, mesmo artigo, duas construções — e o corte a seco era justamente o
      que fazia o fio parecer um sublinhado que parou no meio da palavra.

   4. DOIS CINZAS PARA A MESMA LINHA. .18 aqui, .22 nas seções. Ninguém
      identifica 4% de opacidade, mas o olho percebe que as duas linhas não são
      a mesma coisa.

   Com a medida fora, o fio da abertura ficou com a geometria exata do fio das
   seções: mesma largura, mesmo gradiente, mesma opacidade. Verificado por
   medição — as três propriedades computadas são idênticas.

   O padding também passou de 1.4em para 1.5em, que é o mesmo respiro que as
   viradas de seção deixam entre o fio e o título. Cada peça medida contra o
   próprio corpo. */
/* O peso é 400 e não 300 porque a Newsreader não TEM 300: ela é carregada em
   400, 600 e itálico 400. Declarado 300, o navegador arredondaria para 400 em
   silêncio — o arquivo diria uma coisa e a tela mostraria outra. A entreletra
   também afrouxa (-.02 → -.012em): apertar uma serifada que já nasce estreita
   fecha os contrapunhos no corpo de display.

   O multiplicador caiu de 1.34 para 1.2em quando o corpo subiu para 24px.
   Mantido em 1.34 o destaque iria a 32px, e o que separa destaque de corpo
   não é a razão entre os dois e sim o salto que o olho percebe: a 19,5px o
   1.34 dava 6,5px de diferença, e a 24px o 1.2 dá 4,8px sobre um corpo já
   grande — a hierarquia continua evidente sem a abertura virar manchete. */
.jrn-post-content > p:first-of-type {
  position: relative;
  font-size: 1.2em; line-height: 1.38; font-weight: 400;
  letter-spacing: -.012em; color: var(--tx);
  margin-bottom: 1.5em; padding-bottom: 1.5em;
  text-wrap: pretty;
}
.jrn-post-content > p:first-of-type strong,
.jrn-post-content > p:first-of-type b { font-weight: 400; }
/* O fio fecha a abertura e some à direita — agora com a mesma receita do fio
   das viradas de seção, não uma parecida. */
.jrn-post-content > p:first-of-type::after {
  content: ''; position: absolute; left: 0; right: 0; bottom: 0; height: 1px;
  background: linear-gradient(90deg, var(--tx) 0%, var(--tx) 62%, transparent 100%);
  opacity: .22;
}

.jrn-post-content h2 {
  counter-increment: secao;
  position: relative;
  margin-top: 3.2em; padding-top: 1.5em;
  font-size: 1.5em; line-height: 1.24;
}
/* O fio atravessa a coluna inteira e some à direita: régua de leitura, não
   divisória de tabela. */
.jrn-post-content h2::before {
  content: ''; position: absolute; left: 0; right: 0; top: 0; height: 1px;
  background: linear-gradient(90deg, var(--tx) 0%, var(--tx) 62%, transparent 100%);
  opacity: .22;
}
.jrn-post-content h2::after {
  content: counter(secao, decimal-leading-zero);
  position: absolute; left: 0; top: .55em;
  font-family: var(--mono, monospace); font-size: .42em; font-weight: 500;
  letter-spacing: .18em; color: var(--tx-mute);
}
/* O numeral mora na margem quando há espaço; em tela estreita ele sobe para
   cima do título, onde não disputa lugar com a leitura. */
@media (min-width: 1100px) {
  .jrn-post-content h2 { padding-left: 0; }
  .jrn-post-content h2::after { left: -3.4em; top: .95em; }
}
@media (max-width: 1099px) {
  .jrn-post-content h2 { padding-top: 2.4em; }
}
.jrn-post-content h3 { margin-top: 1.8em; font-size: 1.2em; line-height: 1.3; }
.jrn-post-content h4 { margin-top: 1.6em; font-size: 1.05em; }

/* A capitular saiu em 12/08/2026.

   Ela tinha um defeito que nenhum ajuste resolve: ::first-letter não
   distingue letra de algarismo. Num artigo que abre com "665 perfis", a
   regra arrancava o 6 e deixava um número partido ao meio — "6" gigante ao
   lado de "65 perfis". E abertura por número é comum no Journal.

   Some a isso que, em Sora, um caractere solto a 3,4em fica pesado: a
   capitular é um gesto desenhado para serifada, e vivia da textura que ela
   dava. Se voltar, precisa vir com uma guarda que só a aplique quando o
   primeiro caractere for letra — o que exige marcar o parágrafo pelo JS. */

.jrn-post-content ul, .jrn-post-content ol { padding-left: 1.4em; }
.jrn-post-content li + li { margin-top: .5em; }
.jrn-post-content li::marker { color: var(--tx-mute); }

/* A citação era barra à esquerda com itálico cinza — o desenho de citação
   mais comum que existe, e em Sora o itálico ainda é sintético, porque a
   família não tem um de verdade.

   Agora ela é o gesto que a marca usa para rematar uma seção: corpo grande,
   peso cheio, tracking apertado e ar em volta. Ela para a leitura pela
   escala, não por um enfeite na margem. */
.jrn-post-content blockquote {
  margin: 2.4em 0; padding: 0;
  border-left: 0;
  max-width: 24ch;
  font-size: 1.32em; line-height: 1.32; font-weight: 600; font-style: normal;
  letter-spacing: -.026em; color: var(--tx);
  text-wrap: balance;
}
.jrn-post-content blockquote p + p { margin-top: .5em; }
/* A atribuição volta ao corpo do texto: ela é crédito, não declaração. */
.jrn-post-content blockquote cite {
  display: block; margin-top: .9em;
  font-family: var(--mono, monospace); font-size: .42em; font-style: normal;
  letter-spacing: .16em; text-transform: uppercase; color: var(--tx-mute);
}
.jrn-post-content blockquote p + p { margin-top: .7em; }

.jrn-post-content img,
.jrn-post-content figure img {
  max-width: 100%; height: auto; display: block;
  border-radius: var(--r-2, 10px); filter: var(--img);
  transition: filter .45s var(--ease);
}
.jrn-post-content figure { margin: 2em 0; }
.jrn-post-content figcaption {
  margin-top: 10px; font-size: .78em; line-height: 1.5; color: var(--tx-mute);
}

.jrn-post-content hr {
  margin: 2.6em 0; border: 0; height: 1px; background: var(--ln);
}

.jrn-post-content code {
  padding: .15em .4em; border-radius: 4px;
  background: var(--sf); border: 1px solid var(--ln-soft);
  font-family: var(--mono, monospace); font-size: .86em; color: var(--tx);
}
.jrn-post-content pre {
  margin: 1.8em 0; padding: 18px 20px; overflow-x: auto;
  background: var(--sf); border: 1px solid var(--ln); border-radius: var(--r-2, 10px);
}
.jrn-post-content pre code { padding: 0; border: 0; background: none; font-size: .84em; line-height: 1.65; }

.jrn-post-content table {
  width: 100%; border-collapse: collapse; margin: 1.8em 0; font-size: .86em;
}
.jrn-post-content th, .jrn-post-content td {
  padding: 11px 14px; text-align: left; border-bottom: 1px solid var(--ln);
}
.jrn-post-content th { color: var(--tx); font-weight: 600; background: var(--sf); }
.jrn-post-content td { color: var(--tx-soft); }

/* ---------- fim do artigo ---------- */
.jrn-end-mark {
  display: flex; justify-content: center; gap: 7px;
  max-width: 1100px; margin: 72px auto 0;
}
.jrn-end-mark span { width: 4px; height: 4px; border-radius: 50%; background: var(--tx-mute); }
/* ==========================================================================
   DESFECHO DO ARTIGO

   Quem chega ao fim do texto é o leitor mais valioso da página — e era
   justamente aí que a página oferecia menos: três cartões soltos, nenhum
   caminho de volta ao Journal e nada colado no rodapé.

   A sequência agora é: assinatura (fecha o texto) → continuar lendo (o
   passo natural) → ecossistema (quem escreveu isto, e o que mais existe).
   ========================================================================== */

.jrn-outro { max-width: 1100px; margin: 0 auto; }

/* ---------- colofão: o fecho da edição ----------
   Antes era uma tarja horizontal com ícone, texto e botões lado a lado —
   lia-se como barra de utilidades de plugin, não como o fim de uma leitura.
   Agora é uma composição centrada, com o gesto tipográfico de fim de matéria
   que publicação impressa usa: régua, monograma, e só então os dados. */

/* Refeito em 15/08/2026. O que havia aqui tinha três defeitos de desenho:

   1. A marca vinha dentro de uma caixa de 42px com o raio dos botões — e é o
      mesmo raio dos botões de compartilhar, três linhas abaixo. Marca dentro
      de caixa lê como ícone clicável, não como assinatura.
   2. O fio esmaecia nas duas pontas. Fio que some dos dois lados não ancora
      nada; é divisória de template.
   3. Os cinco botões emoldurados eram a peça mais pesada do fim do artigo. A
      hierarquia estava invertida: a interface de compartilhar falava mais
      alto que a assinatura da publicação.

   E o ícone não era a marca: era um octógono de traço, com os chanfros na
   diagonal oposta à do original e sem a contraforma. */

.jrn-colofao {
  max-width: 620px; margin: 66px auto 0; text-align: center;
}

/* Fio sólido de ponta a ponta, interrompido pela marca — que é desenhada
   sobre ele, com a cor do papel como respiro em volta. */
.jrn-colofao-regua {
  position: relative; height: 1px; background: var(--ln);
  margin-bottom: 34px;
}
.jrn-colofao-marca {
  position: absolute; left: 50%; top: 50%; transform: translate(-50%, -50%);
  display: grid; place-items: center;
  padding: 0 22px; background: var(--pg); color: var(--tx);
}
/* 24px, contra os 19px do ícone antigo, e o aumento não é gosto: aquele era
   contorno de 1,4px e este é bloco cheio. Massa sólida pesa mais que traço no
   mesmo corpo — mas a marca também é quase toda vão, porque a contraforma
   ocupa 3/5 do lado. As duas coisas se cancelam por partes, e o corpo que
   equilibra o peso óptico contra o fio de 1px é 24. */
.jrn-colofao-marca .jrn-marca {
  width: 24px; height: 24px; display: block; fill: currentColor;
}

.jrn-colofao-nome {
  font-size: 10.5px; font-weight: 500;
  letter-spacing: .34em; text-transform: uppercase; color: var(--tx);
  /* A entreletra sobra à direita da última letra e empurra a palavra .34em
     para a esquerda do centro real. O recuo devolve o centro óptico — sem
     ele, a palavra nasce fora do eixo do fio e da marca, e é o tipo de
     desalinhamento que não se identifica, só se sente. */
  text-indent: .34em;
}

/* A ficha: rótulo em cima, valor embaixo, colunas separadas por filete.
   grid-auto-flow: column dimensiona pelo número de itens que existirem —
   três hoje, quatro no dia em que a edição for numerada — sem nenhuma conta
   para refazer aqui. */
.jrn-colofao-ficha {
  display: grid; grid-auto-flow: column; grid-auto-columns: 1fr;
  margin: 30px 0 0;
}
.jrn-colofao-item { padding: 0 14px; }
.jrn-colofao-item + .jrn-colofao-item { border-left: 1px solid var(--ln); }
.jrn-colofao-ficha dt {
  font-size: 9px; font-weight: 500; letter-spacing: .2em;
  text-transform: uppercase; color: var(--tx-mute);
}
.jrn-colofao-ficha dd {
  margin: 7px 0 0;
  font-size: 12.5px; font-weight: 500; letter-spacing: .04em; color: var(--tx);
  font-variant-numeric: tabular-nums;
}

/* Compartilhar perde moldura e rótulo. Cinco glifos de rede reconhecíveis não
   precisam de legenda, e cada botão já traz o próprio aria-label — esconder o
   rótulo não tira informação de quem usa leitor de tela. Sem as caixas, eles
   deixam de ser a peça mais pesada do fecho. */
.jrn-colofao .jrn-share { margin-top: 40px; }
/* O vão mora na caixa dos botões, não no bloco: o rótulo aqui está oculto,
   e um gap no bloco não separaria nada. */
.jrn-colofao .jrn-share-grade { gap: 26px; }
.jrn-colofao .jrn-share-label { display: none; }
.jrn-colofao .jrn-share-btn {
  width: 20px; height: 20px;
  border: 0; border-radius: 0; background: none;
  color: var(--tx-mute);
}
.jrn-colofao .jrn-share-btn svg { width: 17px; height: 17px; }
.jrn-colofao .jrn-share-btn:hover {
  background: none; border-color: transparent;
  color: var(--tx); transform: translateY(-2px);
}
/* Sem moldura, o "copiado" não pode mais mudar de fundo: quem dá o retorno é
   a troca do glifo pelo tique, e a tinta cheia confirma. */
.jrn-colofao .jrn-share-btn.jrn-copiado {
  background: none; border-color: transparent; color: var(--tx);
}

@media (max-width: 560px) {
  .jrn-colofao-ficha { grid-auto-flow: row; gap: 20px; }
  .jrn-colofao-item { padding: 0; }
  .jrn-colofao-item + .jrn-colofao-item {
    border-left: 0; border-top: 1px solid var(--ln); padding-top: 20px;
  }
}
/* ---------- cabeçalho de seção, reaproveitado ---------- */
.jrn-sec { margin-top: 88px; }
.jrn-sec-head {
  display: flex; align-items: flex-end; justify-content: space-between;
  gap: 24px; flex-wrap: wrap; margin-bottom: 30px;
}
.jrn-sec-eyebrow {
  display: block; margin-bottom: 10px;
  font-size: 10px; letter-spacing: .2em; text-transform: uppercase; color: var(--tx-mute);
}
.jrn-sec-title {
  margin: 0; font-size: clamp(21px, 2.3vw, 29px); line-height: 1.2;
  font-weight: 700; letter-spacing: -.022em; color: var(--tx);
}
.jrn-sec-link {
  display: inline-flex; align-items: center; gap: 8px; padding-bottom: 4px;
  font-size: 13px; font-weight: 600; color: var(--tx);
  border-bottom: 1px solid var(--ln);
  transition: border-color .3s var(--ease), gap .3s var(--ease);
}
.jrn-sec-link svg { width: 13px; height: 13px; }
.jrn-sec-link:hover { border-color: var(--tx); gap: 12px; }

/* ---------- continuar lendo ---------- */
.jrn-related-grid { display: grid; grid-template-columns: repeat(3, 1fr); gap: 20px; }
@media (max-width: 880px) { .jrn-related-grid { grid-template-columns: 1fr; } }

.jrn-related-card {
  position: relative; display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden;
  border: 1px solid var(--ln); border-radius: var(--r-3, 16px); background: var(--sf);
  transition: border-color .4s var(--ease), transform .4s var(--ease);
}
.jrn-related-card:hover { border-color: var(--tx-mute); transform: translateY(-4px); }

.jrn-related-thumb { position: relative; aspect-ratio: 16 / 10; overflow: hidden; background: var(--ln-soft); }
.jrn-related-thumb img {
  width: 100%; height: 100%; object-fit: cover; display: block;
  filter: var(--img); transition: filter .45s var(--ease), transform .6s var(--ease);
}
.jrn-related-card:hover .jrn-related-thumb img { transform: scale(1.05); }

/* A etiqueta flutua sobre a imagem: devolve a hierarquia sem roubar altura
   do título, que é o que decide o clique. */
.jrn-related-cat {
  position: absolute; left: 12px; bottom: 12px; z-index: 1;
  padding: 5px 10px; border-radius: var(--r-pill, 999px);
  background: rgba(10, 10, 10, .72); color: #fff;
  font-size: 9.5px; letter-spacing: .14em; text-transform: uppercase;
  backdrop-filter: blur(6px); -webkit-backdrop-filter: blur(6px);
}

.jrn-related-body { display: flex; flex-direction: column; flex: 1; padding: 20px; }
.jrn-related-card-title {
  margin: 0; flex: 1;
  font-size: 16px; line-height: 1.38; font-weight: 600;
  letter-spacing: -.012em; color: var(--tx);
}
.jrn-related-meta {
  display: flex; align-items: center; gap: 9px; margin-top: 16px;
  font-size: 11.5px; color: var(--tx-mute);
}
.jrn-related-meta span:nth-child(2) { width: 3px; height: 3px; border-radius: 50%; background: currentColor; }

/* ---------- ecossistema ----------
   O painel cinza sobre branco era o problema: nada nele pertencia à marca.
   Este bloco é deliberadamente escuro nos três modos de leitura — é o fecho
   comercial da página, e a Lavytier fecha no escuro, com o champanhe como
   único acento. Não segue os tokens de papel por decisão, não por descuido.

   O relevo vem de duas camadas quase invisíveis: um brilho radial que
   levanta o canto superior esquerdo e um grão que tira o plástico do preto
   chapado. É o mesmo tratamento do cartão de visita. */

.jrn-eco {
  --eco-bg:   var(--ink, #000000);   /* o preto da marca — ver nota em vanguard.css */
  --eco-tx:   #F2F2F2;
  --eco-soft: #9A9A9A;
  --eco-mute: #6E6E6E;
  --eco-ln:   rgba(255,255,255,.11);
  --eco-ac:   #FFFFFF;   /* monocromático: a hierarquia vem da forma, não da cor */

  position: relative; isolation: isolate; overflow: hidden;
  display: grid; grid-template-columns: minmax(0, .88fr) minmax(0, 1fr);
  gap: 60px; align-items: center;
  margin-top: 96px; padding: clamp(34px, 4vw, 56px);
  border-radius: var(--r-4, 24px);
  background: var(--eco-bg); color: var(--eco-tx);
}
@media (max-width: 940px) { .jrn-eco { grid-template-columns: 1fr; gap: 38px; } }

/* brilho radial */
.jrn-eco::before {
  content: ''; position: absolute; inset: 0; z-index: -2;
  background:
    radial-gradient(70% 90% at 8% 0%, rgba(255,255,255,.07), transparent 62%),
    radial-gradient(60% 80% at 100% 100%, rgba(255,255,255,.05), transparent 60%);
}
/* grão: um SVG de ruído embutido, sem requisição extra */
.jrn-eco::after {
  content: ''; position: absolute; inset: 0; z-index: -1;
  /* Mesma razão do hero: mesclagem custa recomposição a cada pintura. */
  opacity: .34; pointer-events: none;
  background-image: url("data:image/svg+xml,%3Csvg xmlns='http://www.w3.org/2000/svg' width='120' height='120'%3E%3Cfilter id='n'%3E%3CfeTurbulence type='fractalNoise' baseFrequency='.85' numOctaves='3'/%3E%3C/filter%3E%3Crect width='120' height='120' filter='url(%23n)' opacity='.34'/%3E%3C/svg%3E");
}

.jrn-eco-eyebrow {
  display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px;
  font-size: 10px; letter-spacing: .22em; text-transform: uppercase;
  color: var(--eco-soft);   /* o olho é sussurro; quem fala alto é o título */
}
.jrn-eco-eyebrow::before {
  content: ''; width: 5px; height: 5px; border-radius: 50%; background: var(--eco-ac);
}

.jrn-eco-title {
  margin: 18px 0 0;
  font-size: clamp(23px, 2.6vw, 33px); line-height: 1.16;
  font-weight: 700; letter-spacing: -.03em; color: var(--eco-tx);
  text-wrap: balance;
}
.jrn-eco-title em {
  font-family: var(--font-read); font-style: italic; font-weight: 400;
  color: var(--eco-ac); letter-spacing: -.01em;
}
.jrn-eco-desc {
  margin: 16px 0 0; max-width: 44ch;
  font-size: 14.5px; line-height: 1.7; font-weight: 300; color: var(--eco-soft);
  text-wrap: pretty;
}

.jrn-eco-cta {
  display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; margin-top: 28px;
  padding: 13px 24px; border-radius: var(--r-pill, 999px);
  background: var(--eco-ac); color: #0A0A0A;
  font-size: 13px; font-weight: 600;
  transition: gap .3s var(--ease), box-shadow .3s var(--ease);
}
.jrn-eco-cta svg { width: 13px; height: 13px; }
.jrn-eco-cta:hover { gap: 14px; box-shadow: 0 0 0 4px rgba(255,255,255,.16); }

/* ---------- as quatro camadas ---------- */
.jrn-eco-list { display: grid; }

.jrn-eco-item {
  position: relative;
  display: grid; grid-template-columns: 30px minmax(0, 1fr) 15px;
  align-items: center; gap: 18px;
  padding: 17px 16px; margin: 0 -16px;
  border-radius: var(--r-2, 10px);
  transition: background .35s var(--ease);
}
.jrn-eco-item + .jrn-eco-item::before {
  content: ''; position: absolute; left: 16px; right: 16px; top: 0;
  height: 1px; background: var(--eco-ln);
  transition: opacity .35s var(--ease);
}
.jrn-eco-item:hover { background: rgba(255,255,255,.045); }
.jrn-eco-item:hover::before, .jrn-eco-item:hover + .jrn-eco-item::before { opacity: 0; }

.jrn-eco-num {
  font-family: var(--mono, monospace);
  font-size: 11px; letter-spacing: .1em; color: var(--eco-mute);
  transition: color .35s var(--ease);
}
.jrn-eco-item:hover .jrn-eco-num { color: var(--eco-ac); }

.jrn-eco-nome {
  display: block;
  font-size: 15px; font-weight: 600; letter-spacing: -.012em; color: var(--eco-tx);
}
.jrn-eco-desc-item {
  display: block; margin-top: 4px;
  font-size: 12.5px; line-height: 1.55; color: var(--eco-soft);
}

.jrn-eco-seta {
  width: 15px; height: 15px; color: var(--eco-mute);
  transition: transform .35s var(--ease), color .35s var(--ease);
}
.jrn-eco-item:hover .jrn-eco-seta { transform: translate(3px, -3px); color: var(--eco-ac); }

/* A barra do topo lê o escuro daqui — declarado, não adivinhado. */

/* ==========================================================================
   COMPARTILHAR O TRECHO SELECIONADO

   A barra se prende ao texto por um bico. Sem ele, ela flutuava sobre a
   coluna sem dizer a que trecho pertencia — e, quando o trecho grifado era
   a primeira linha da tela, os 52px fixos acima da seleção a punham fora
   da janela. Agora ela vira para baixo quando não cabe acima, e o bico
   vira com ela.

   A cor sai do acento do modo de leitura — preta no papel branco, clara no
   modo noite. Cor cravada aqui desapareceria num dos três papéis.
   ========================================================================== */
.jrn-sel-popup {
  position: absolute; z-index: 120;
  display: flex; align-items: center; gap: 2px; padding: 6px;
  background: var(--ac); border-radius: var(--r-2, 10px);
  box-shadow: 0 18px 40px -14px rgba(0,0,0,.5), 0 2px 8px -4px rgba(0,0,0,.35);
  opacity: 0; visibility: hidden;
  transform: translateX(-50%) translateY(5px) scale(.97);
  transition: opacity .18s var(--ease),
              transform .34s var(--ease),
              visibility 0s linear .18s;
}
/* Aberta acima da seleção, sobe para entrar; aberta abaixo, desce. */
.jrn-sel-popup.jrn-baixo { transform: translateX(-50%) translateY(-5px) scale(.97); }
.jrn-sel-popup.jrn-on {
  opacity: 1; visibility: visible;
  transform: translateX(-50%) scale(1);
  transition-delay: 0s, 0s, 0s;
}

/* O bico fica atrás do fundo da barra: z-index negativo dentro do contexto
   que o próprio z-index da barra cria. */
.jrn-sel-popup::after {
  content: ''; position: absolute; z-index: -1;
  left: 50%; bottom: -4px; margin-left: -5.5px;
  width: 11px; height: 11px;
  background: var(--ac); border-radius: 0 0 3px 0;
  transform: rotate(45deg);
}
.jrn-sel-popup.jrn-baixo::after {
  bottom: auto; top: -4px; border-radius: 3px 0 0 0;
}

.jrn-sel-btn {
  position: relative;
  width: 36px; height: 36px; flex: none; padding: 0; cursor: pointer;
  display: grid; place-items: center;
  border: 0; border-radius: var(--r-1, 6px);
  background: transparent; color: var(--ac-on);
  -webkit-appearance: none; appearance: none;
  transition: background .18s var(--ease), transform .3s var(--ease);
}
.jrn-sel-btn svg { display: block; width: 17px; height: 17px; fill: currentColor; }
.jrn-sel-btn:active { transform: scale(.93); }
.jrn-sel-btn:focus-visible { outline: 2px solid var(--ac-on); outline-offset: -3px; }

/* O realce tem de funcionar sobre barra preta e sobre barra branca. O cinza
   médio serve aos dois; onde há color-mix, ele sai do próprio tom da barra
   e fica mais limpo. */
.jrn-sel-btn:hover { background: rgba(128,128,128,.3); }
@supports (background: color-mix(in srgb, red 10%, transparent)) {
  .jrn-sel-btn:hover { background: color-mix(in srgb, currentColor 17%, transparent); }
}

/* Copiar é de outra natureza que as três marcas: não sai da página. O fio
   separa sem precisar de rótulo. */
.jrn-sel-sep { margin-left: 7px; }
.jrn-sel-sep::before {
  content: ''; position: absolute; left: -5px; top: 8px; bottom: 8px;
  width: 1px; background: currentColor; opacity: .2;
}

/* Copiado: a folha vira visto, no mesmo lugar. */
.jrn-sel-btn .jrn-ico-copiar,
.jrn-sel-btn .jrn-ico-feito {
  grid-area: 1 / 1; display: grid; place-items: center;
  transition: opacity .22s var(--ease), transform .34s var(--ease);
}
.jrn-sel-btn .jrn-ico-feito { opacity: 0; transform: scale(.6); }
.jrn-sel-btn.jrn-copiado .jrn-ico-copiar { opacity: 0; transform: scale(.6); }
.jrn-sel-btn.jrn-copiado .jrn-ico-feito  { opacity: 1; transform: none; }

/* O rótulo do botão sob o cursor. Mesma cor da barra: lê-se como parte da
   mesma peça, não como um balão de sistema. */
.jrn-sel-dica {
  position: absolute; left: 50%; bottom: calc(100% + 9px);
  transform: translateX(-50%);
  padding: 5px 9px; white-space: nowrap; pointer-events: none;
  border-radius: var(--r-1, 6px);
  background: var(--ac); color: var(--ac-on);
  font-size: 9.5px; font-weight: 500; letter-spacing: .13em; text-transform: uppercase;
  box-shadow: 0 10px 24px -12px rgba(0,0,0,.5);
  opacity: 0; transition: opacity .18s var(--ease);
}
.jrn-sel-popup.jrn-baixo .jrn-sel-dica { bottom: auto; top: calc(100% + 9px); }
.jrn-sel-popup.jrn-dica-on .jrn-sel-dica { opacity: 1; }

/* No toque não há cursor para revelar rótulo, e o alvo do dedo é maior. */
@media (hover: none) {
  .jrn-sel-dica { display: none; }
  .jrn-sel-btn:hover { background: transparent; }
}
@media (pointer: coarse) {
  .jrn-sel-btn { width: 42px; height: 42px; }
  .jrn-sel-btn svg { width: 19px; height: 19px; }
}

/* ---------- entrada ---------- */
.jrn-enter { opacity: 0; transform: translateY(14px); transition: opacity .7s var(--ease), transform .7s var(--ease); }
.jrn-enter.jrn-in { opacity: 1; transform: none; }

/* ---------- impressão: o artigo em papel, sem interface ---------- */
@media print {
  .jrn-post-toc, .jrn-back, .jrn-share, .jrn-sel-popup, .jrn-cartao,
  .jrn-promo-section, .jrn-related-section, .lvx-bar, .lvx-foot, .lvx-top { display: none !important; }
  .jrn-post-layout { display: block; }
  .jrn-post-content { max-width: none; font-size: 11pt; color: #000; }
  .jrn-root { background: #fff; }
}

@media (prefers-reduced-motion: reduce) {
  .jrn-enter { opacity: 1 !important; transform: none !important; }
  .jrn-root, .jrn-root * { transition-duration: .01ms !important; }
}

/* ==========================================================================
   O MODO ALCANÇA A PÁGINA INTEIRA
   O atributo é espelhado em <html> para que a moldura do site — corpo,
   margens, sobras abaixo do artigo — acompanhe o papel escolhido. Sem isto,
   o artigo troca de cor e o resto da tela continua branco.
   ========================================================================== */
html[data-jrn-mode] body { transition: background-color .45s var(--ease, ease); }
html[data-jrn-mode="warm"] body { background-color: #F6F1E7; }
html[data-jrn-mode="dark"] body { background-color: #0C0C0C; }

/* ==========================================================================
   NÍVEL DOS SUBTÍTULOS
   Artigos herdados do tema antigo abrem as seções em <h3>, sem nenhum <h2>.
   Reescrever o conteúdo publicado seria arriscado, então o JS marca aqui qual
   é o nível mais alto que o artigo realmente usa, e a seção ganha o peso de
   seção — venha ela como h2 ou h3.
   ========================================================================== */
.jrn-root[data-jrn-h="3"] .jrn-post-content h3 {
  margin-top: 2.1em; font-size: 1.5em; line-height: 1.24;
}
.jrn-root[data-jrn-h="3"] .jrn-post-content h4 {
  margin-top: 1.8em; font-size: 1.2em; line-height: 1.3;
}

/* Em tela baixa a coluna inteira não cabe; o índice cede primeiro, rolando
   dentro de si, para que progresso e controles nunca saiam de alcance. */
@media (min-width: 961px) {
  /* overflow-y: auto sozinho não basta. Pela especificação, quando um eixo
     deixa de ser "visible", o outro, se era "visible", passa a "auto" — e o
     translateX(2px) do hover empurrava o link 2px além da borda, o bastante
     para nascer uma barra de rolagem horizontal no pé da lista. O
     deslocamento já saiu, mas o eixo continua declarado: é uma linha que
     encerra o assunto de vez.

     A rolagem interna ficou suave, e quem cuida dela é o script: ele traz o
     item da seção corrente para dentro do campo visível. Sem isso, num
     artigo com muitos subtítulos o item aceso ficava fora da parte visível
     da lista — e o leitor procurava com a roda o que deveria estar à mão.

     O encadeamento continua o do navegador. Contê-lo faria a página
     congelar enquanto o cursor estivesse sobre o índice, que é a única
     coisa pior do que ela arrancar no fim da lista. */
  /* O ORÇAMENTO DA COLUNA.

     42vh era um palpite, e palpite não sabe quanto os vizinhos gastam. Numa
     janela de 700px ele reservava 294px para o índice — mas progresso,
     controles e compartilhar somavam 401px, e a coluna fechava em 763px
     dentro de um orçamento de 602. Os 161px de sobra caíam abaixo da tela,
     e o bloco de compartilhar ficava fora de alcance: preso na coluna
     grudada, sem rolagem própria para alcançá-lo.

     Agora a conta é declarada, não estimada. A coluna recebe como teto o que
     a tela realmente oferece — a altura da janela menos o recuo do topo e
     uma folga embaixo — e o índice é o único bloco que cede. Progresso,
     papel, tamanho e compartilhar têm altura fixa e conhecida; a lista de
     seções é a única que pode crescer sem limite, então é ela que absorve o
     que sobrar, seja muito ou pouco.

     O min-height: 0 aparece três vezes e é obrigatório em todas: por padrão
     um item de flex não encolhe abaixo do próprio conteúdo, e sem ele a
     lista simplesmente empurraria a coluna para fora da tela de novo —
     exatamente o defeito que este bloco corrige. */
  .jrn-post-toc {
    display: flex; flex-direction: column;
    max-height: calc(100vh - var(--nav-h) - 48px);
  }
  .jrn-toc-inner {
    display: flex; flex-direction: column;
    min-height: 0;
  }
  /* As duas escritas com o mesmo combinador de propósito. `flex: none` no
     bloco genérico vale (0,2,0); escrita como `.jrn-toc-bloco--indice`
     sozinha, a exceção valeria (0,1,0) e perderia para a regra que ela
     existe para excluir — o índice voltaria a não ceder, e a coluna a
     transbordar por baixo. Empatadas em especificidade, vence a última, que
     é a exceção. */
  .jrn-toc-inner > .jrn-toc-bloco { flex: none; }
  .jrn-toc-inner > .jrn-toc-bloco--indice {
    display: flex; flex-direction: column;
    flex: 1 1 auto; min-height: 0;
  }

  .jrn-toc-list-wrap {
    /* O piso existe porque ceder tem limite. Sem ele, numa janela de 560px
       o índice era espremido até zero: sobrava o rótulo "Neste artigo" sobre
       uma lista de altura nenhuma — pior do que não haver índice, porque
       promete uma coisa e entrega o vazio. 96px são três itens, o mínimo
       para a lista ainda ser uma lista. Abaixo do que cabe com esse piso, a
       coluna deixa de ser grudada — ver a regra de janela baixa adiante. */
    flex: 1 1 auto; min-height: 96px;
    overflow-y: auto; overflow-x: hidden;
    scroll-behavior: smooth;
    padding-right: 6px;

    /* A barra de rolagem do índice é parte do desenho, não do sistema. Na
       largura padrão e na cor do navegador ela é a peça mais pesada da
       coluna — um cinza opaco de 15px ao lado de tipografia de 12,5px. */
    scrollbar-width: thin;
    scrollbar-color: var(--ln) transparent;
  }
  .jrn-toc-list-wrap::-webkit-scrollbar { width: 4px; }
  .jrn-toc-list-wrap::-webkit-scrollbar-track { background: transparent; }
  .jrn-toc-list-wrap::-webkit-scrollbar-thumb {
    background: var(--ln); border-radius: 2px;
  }
  .jrn-toc-list-wrap:hover { scrollbar-color: var(--tx-mute) transparent; }
  .jrn-toc-list-wrap:hover::-webkit-scrollbar-thumb { background: var(--tx-mute); }
}

/* JANELA BAIXA: a coluna desiste de ficar grudada.

   Com o índice já no piso, a coluna pede cerca de 660px de altura. Numa
   janela menor que isso não há orçamento que resolva — insistir em manter
   tudo colado ao topo só devolveria o defeito original, com o compartilhar
   pendurado abaixo da borda e sem rolagem que o alcance.

   Então ela para de ser grudada e volta a acompanhar a página. Nada é
   escondido, nada encolhe: o leitor rola até o que quiser, como faz no
   celular. Grudado é um conforto que depende de haver tela para ele; onde
   não há, o comportamento honesto é o normal. */
@media (min-width: 961px) and (max-height: 660px) {
  .jrn-post-toc {
    position: static;
    display: block;
    max-height: none;
  }
  .jrn-toc-inner { display: block; }
  .jrn-toc-list-wrap {
    max-height: none; min-height: 0;
    overflow: visible;
  }
}

/* ==========================================================================
   O QUE ESTÁ ABAIXO DA DOBRA SÓ CUSTA QUANDO CHEGA A VEZ

   Relacionados e ecossistema ficam a milhares de pixels do primeiro quadro e
   mesmo assim entravam em cada recálculo de estilo e de layout do artigo
   inteiro. Com content-visibility o navegador pula essa parte da árvore até
   ela se aproximar da tela.

   O `auto` no contain-intrinsic-size é o que evita o defeito clássico da
   técnica: o navegador guarda a altura real depois de renderizar uma vez, e
   a barra de rolagem para de mudar de tamanho quando o leitor sobe e desce.
   O valor ao lado é só o palpite da primeira vez.

   E o palpite é medido, não arredondado para um número redondo. Com 720px
   nos dois, a página nascia 616px mais alta do que é — e um documento que
   encolhe conforme se rola é a barra de rolagem mudando de tamanho debaixo
   da mão. Os relacionados são sempre três cartões (443px) e o ecossistema é
   conteúdo fixo (483px): as duas alturas são estáveis, então o palpite pode
   ser quase exato.
   ========================================================================== */
.jrn-sec {
  content-visibility: auto;
  contain-intrinsic-size: auto 445px;
}
.jrn-eco {
  content-visibility: auto;
  contain-intrinsic-size: auto 485px;
}

/* ==========================================================================
   TIPOGRAFIA DE LEITURA

   Sora é a voz da marca: geométrica, precisa, ótima em título e interface.
   Em texto corrido e longo ela cansa — traço uniforme, pouca distinção entre
   letras parecidas, e o peso 300 deixava a linha frágil.

   O corpo do artigo é a Sora, a mesma família de toda a marca.

   Ele já foi Newsreader, uma serifada de leitura em tela — bonita, com
   itálico de verdade e cara de publicação. Saiu porque lia devagar, que é o
   contrário do que um artigo precisa. O que se perdeu foi a textura
   editorial; o que se ganhou foi velocidade de leitura e coerência com o
   resto do site, onde a serifada era a única exceção.

   Para voltar atrás, basta trocar --font-read pela pilha serifada — e
   lembrar de devolver o tracking positivo logo abaixo.
   ========================================================================== */
/* 12/08/2026 — o corpo do artigo voltou para a Sora.
   A serifada era bonita e lia devagar. A troca é aqui, numa linha, como
   este bloco previa. O peso do corpo mudou junto, e não por gosto: veja a
   nota em .jrn-post-content. */
/* 15/08/2026 — o corpo do artigo voltou para a serifada.
   A Newsreader já é carregada aqui pelo functions.php (is_singular('post')),
   nos pesos 400, 600 e itálico 400. A troca é só esta linha, como o bloco
   acima previa — mais os três ajustes que andam com ela, logo abaixo. */
.jrn-root {
  --font-read: 'Newsreader', Georgia, serif;
}
.jrn-post-content,
.jrn-post-excerpt,
.jrn-post-content blockquote {
  font-family: var(--font-read);
  font-optical-sizing: auto;
}
/* O ajuste fino do corpo de leitura mora aqui, junto da família — e só
   aqui. Antes ele estava repetido em dois lugares do arquivo, com valores
   diferentes, e vencia quem estivesse por último.

   Sem serifa pede entrelinha um pouco maior e um aperto de tracking: a Sora
   é ligeiramente larga, e -.006em melhora o ritmo do texto corrido sem
   aparecer. Com a serifada era o contrário — ela pedia +.002em. */
/* Os dois ajustes que andam com a família, e que o bloco acima já mandava
   lembrar: a Sora é larga e pede -.006em para fechar o ritmo; a Newsreader é
   estreita e pede o contrário. E sem serifa a linha precisa de mais ar para o
   olho achar o começo da seguinte (1.78) — com serifa, a própria haste
   conduz na horizontal e 1.72 basta. */
/* A entrelinha desceu de 1.72 para 1.66 junto com a subida do corpo. Não é
   contradição: entrelinha é razão, e razão fixa dá espaço demais quando o
   corpo cresce. A 19,5px, 1.72 rendia 34px de leading; a 24px renderia 41,
   que solta o parágrafo e desmancha o bloco. A 1.66 dá 40px — mais ar em
   valor absoluto que antes, e menos em proporção, que é o certo. */
.jrn-post-content { font-weight: 400; line-height: 1.66; letter-spacing: .002em; }
.jrn-post-content strong, .jrn-post-content b { font-weight: 600; }
.jrn-post-excerpt { font-weight: 400; font-size: 19px; line-height: 1.6; }
.jrn-post-content h2, .jrn-post-content h3, .jrn-post-content h4 {
  font-family: var(--font, 'Sora', sans-serif); letter-spacing: -.022em;
}
/* O segundo bloco da capitular saiu junto. A conta dele era casada com a
   entrelinha de 1.72; com 1.78 ela já estava desatualizada, e manter dois
   lugares ajustando a mesma peça foi o que permitiu essa defasagem passar
   despercebida. */
/* Números tabulares deixam tabelas e datas alinhadas na vertical. */
.jrn-post-content table { font-variant-numeric: tabular-nums; }

/* O respiro final: sem isto o último bloco encosta no rodapé. */
.jrn-container { padding-bottom: clamp(80px, 9vw, 128px); }

/* ---------- botão de compartilhar: o estado "copiado" troca o glifo -------- */
.jrn-share-btn { position: relative; }
.jrn-share-btn .jrn-ico-copiar,
.jrn-share-btn .jrn-ico-feito {
  display: grid; place-items: center;
  transition: opacity .18s var(--ease), transform .18s var(--ease);
}
.jrn-share-btn .jrn-ico-feito {
  position: absolute; inset: 0;
  opacity: 0; transform: scale(.6);
}
.jrn-share-btn.jrn-copiado .jrn-ico-copiar { opacity: 0; transform: scale(.6); }
.jrn-share-btn.jrn-copiado .jrn-ico-feito  { opacity: 1; transform: none; }

/* Cinco botões cabem numa fileira só na coluna de 246px: 5×34 + 4×7 = 198. */

/* ---------- respiro das imagens no texto ----------
   O espaçamento vinha de duas regras diferentes: figure trazia o seu, e uma
   imagem solta caía na regra genérica de irmãos. Davam valores distintos, e
   acima e abaixo da mesma foto o respiro não batia.

   Aqui é um só valor, dos dois lados, para qualquer forma que a imagem
   assuma no editor — solta, em figure, ou embrulhada num parágrafo. Como o
   artigo é fluxo de blocos, a margem do parágrafo seguinte se funde com esta
   em vez de somar: o maior vence, e o resultado é sempre 2.4em. */
/* O WordPress envolve a imagem em div.wp-block-image > figure > img, e é a
   div que ocupa o fluxo — mirar só em figure não alcançava nada, porque o
   próprio core do WP zera a margem dela. A lista cobre as três formas que a
   imagem assume no editor. */
.jrn-post-content > figure,
.jrn-post-content > .wp-block-image,
.jrn-post-content > p:has(> img:only-child),
.jrn-post-content > p:has(> a:only-child > img) {
  margin-top: 2.4em;
  margin-bottom: 2.4em;
}
/* A legenda pertence à imagem, não ao vão seguinte. */
.jrn-post-content figure img { margin-top: 0; margin-bottom: 0; }
.jrn-post-content figcaption { margin-top: 12px; }

/* ==========================================================================
   LUPA — a imagem em tela cheia, sem sair da página

   A versão anterior animava a partir da miniatura (técnica FLIP): a cópia
   nascia sobre a original e um transform a levava ao centro. Bonito no
   papel, frágil na prática — numa galeria recortada a miniatura tem outra
   proporção que o arquivo, e o percurso dependia de contas que erravam. Com
   a geometria errada não havia transição: a imagem simplesmente aparecia
   inteira, e isso lê como "abriu o arquivo", não como uma camada da página.

   Agora não há conta nenhuma. A imagem é centrada pelo próprio navegador
   (inset:0 + margin:auto) e limitada por max-width/max-height; o que anima é
   só escala e opacidade, que a GPU resolve. Vale igual para abrir e para
   trocar de imagem, e nenhuma proporção quebra o enquadramento.
   ========================================================================== */

.jrn-post-content img { cursor: zoom-in; }

.jrn-lupa {
  position: fixed; inset: 0; z-index: 200;
  visibility: hidden;
}
.jrn-lupa.jrn-aberta { visibility: visible; }

/* Mesmo motivo do cartão: o desfoque entra com a camada, não antes dela. */
.jrn-lupa-fundo {
  position: absolute; inset: 0;
  background: rgba(10, 10, 10, .94);
  opacity: 0; cursor: zoom-out;
  transition: opacity .34s var(--ease);
}
.jrn-lupa.jrn-aberta .jrn-lupa-fundo {
  opacity: 1;
  backdrop-filter: blur(4px); -webkit-backdrop-filter: blur(4px);
}

/* Centrada e ajustada pelo navegador — sem cálculo de posição em script. */
.jrn-lupa-img {
  position: absolute; inset: 0; margin: auto;
  max-width: min(1180px, 92vw);
  max-height: 84vh;
  width: auto; height: auto;
  object-fit: contain;
  border-radius: var(--r-2, 10px);
  box-shadow: 0 30px 80px -28px rgba(0, 0, 0, .8);
  opacity: 0; transform: scale(.94);
  transition: opacity .3s var(--ease), transform .42s var(--ease);
  cursor: zoom-out;
  user-select: none; -webkit-user-drag: none;
}
.jrn-lupa.jrn-aberta .jrn-lupa-img { opacity: 1; transform: none; }

/* Troca de imagem: sai para um lado, entra pelo outro. */
.jrn-lupa.jrn-vai .jrn-lupa-img  { opacity: 0; transform: translateX(-26px) scale(.98); }
.jrn-lupa.jrn-volta .jrn-lupa-img { opacity: 0; transform: translateX(26px) scale(.98); }

/* ---------- barra de controles ---------- */
.jrn-lupa-topo {
  position: absolute; top: 0; left: 0; right: 0;
  display: flex; align-items: center; justify-content: space-between;
  gap: 16px; padding: 18px 20px;
  opacity: 0; transition: opacity .3s var(--ease) .1s;
}
.jrn-lupa.jrn-aberta .jrn-lupa-topo { opacity: 1; }

.jrn-lupa-conta {
  font-family: var(--mono, monospace);
  font-size: 11.5px; letter-spacing: .14em;
  color: rgba(255, 255, 255, .6);
}

.jrn-lupa-btn {
  width: 44px; height: 44px; flex: none; padding: 0; cursor: pointer;
  display: grid; place-items: center;
  border: 1px solid rgba(255, 255, 255, .18); border-radius: 50%;
  background: rgba(255, 255, 255, .07); color: #fff;
  transition: background .2s var(--ease), border-color .2s var(--ease), opacity .2s var(--ease);
}
.jrn-lupa-btn svg { width: 16px; height: 16px; }
.jrn-lupa-btn:hover { background: rgba(255, 255, 255, .18); border-color: rgba(255, 255, 255, .3); }

/* ---------- setas ---------- */
.jrn-lupa-nav {
  position: absolute; top: 50%; transform: translateY(-50%);
  opacity: 0; transition: opacity .3s var(--ease) .1s;
}
.jrn-lupa.jrn-aberta .jrn-lupa-nav { opacity: 1; }
.jrn-lupa-nav--ant { left: clamp(10px, 2.5vw, 28px); }
.jrn-lupa-nav--pro { right: clamp(10px, 2.5vw, 28px); }

/* Uma imagem só: sem setas nem contador, para a interface não prometer o
   que não existe. */
.jrn-lupa[data-solta="1"] .jrn-lupa-nav,
.jrn-lupa[data-solta="1"] .jrn-lupa-conta { display: none; }

.jrn-lupa-legenda {
  position: absolute; left: 50%; bottom: 20px; transform: translateX(-50%);
  max-width: min(60ch, 90vw); padding: 0 20px;
  font-size: 12.5px; line-height: 1.55; text-align: center;
  color: rgba(255, 255, 255, .68);
  opacity: 0; transition: opacity .3s var(--ease) .14s;
}
.jrn-lupa.jrn-aberta .jrn-lupa-legenda { opacity: 1; }

/* No celular as setas roubam a imagem; o gesto de arrastar assume, e elas
   descem para o rodapé, onde o polegar já está. */
@media (max-width: 640px) {
  .jrn-lupa-img { max-height: 74vh; }
  .jrn-lupa-nav {
    top: auto; bottom: 18px; transform: none;
  }
  .jrn-lupa-nav--ant { left: 20px; }
  .jrn-lupa-nav--pro { right: 20px; }
  .jrn-lupa-legenda { bottom: 76px; font-size: 12px; }
}

@media (prefers-reduced-motion: reduce) {
  .jrn-lupa-img, .jrn-lupa-fundo, .jrn-lupa-topo,
  .jrn-lupa-nav, .jrn-lupa-legenda { transition-duration: .01ms !important; }
}

/* ==========================================================================
   PAINEL DE LEITURA NO CELULAR

   Empilhado, o painel media 576px numa tela de 812 — o leitor rolava 1,75
   tela antes da primeira palavra do artigo. Numa coluna lateral fixa cada
   bloco se justifica; empilhado antes do texto, nem todos.

   Sai o progresso: ele mede o quanto falta, e ainda não se leu nada.
   Sai o compartilhar: os mesmos cinco botões estão três dedos acima, no
   cabeçalho. Ficam papel, tamanho e índice — os únicos que respondem a algo
   que o leitor queira fazer antes de começar.
   ========================================================================== */
@media (max-width: 960px) {
  .jrn-post-toc .jrn-toc-bloco:first-child,
  .jrn-post-toc .jrn-toc-bloco:last-child { display: none; }

  /* Papel e tamanho lado a lado: são duas escolhas curtas, não duas seções. */
  .jrn-post-toc .jrn-toc-bloco:has(.jrn-ctrl) {
    display: flex; align-items: flex-start; gap: 26px;
    padding: 16px 18px;
  }
  .jrn-ctrl + .jrn-ctrl { margin-top: 0; }
  .jrn-ctrl-label { margin-bottom: 8px; }
  .jrn-ctrl:last-child { flex: 1; }

  /* ---- alcance do dedo ----
     Os três botões de tamanho vinham com 36px de altura e as bolinhas de
     papel com 26px de diâmetro. Ambos abaixo dos 44px que uma tela de toque
     pede — e são justamente os dois controles que existem para ser usados no
     celular, onde o leitor mais quer mexer no corpo do texto.

     Os botões de tamanho podem simplesmente crescer: são uma fileira de três
     em flex, e altura não desmancha nada.

     As bolinhas não podem, porque o desenho delas É o tamanho — uma bolinha
     de 44px vira um botão, e a fileira deixa de ser uma escala de papéis. A
     saída é separar o que se vê do que se toca: elas crescem só até 36px, o
     vão entre elas abre para 14px, e um pseudo-elemento invisível estende a
     área tocável até 44. Com 50px entre centros, os alvos não se sobrepõem —
     que é o erro clássico dessa técnica, e o que faria o dedo escolher o
     papel errado. */
  .jrn-size-btn { height: 44px; }

  .jrn-ctrl-row { gap: 14px; }
  .jrn-toc-swatch { width: 36px; height: 36px; position: relative; }
  .jrn-toc-swatch::after {
    content: ''; position: absolute; top: 50%; left: 50%;
    width: 44px; height: 44px; transform: translate(-50%, -50%);
  }

  .jrn-post-toc .jrn-toc-bloco { padding: 16px 18px; }
  .jrn-toc-link { padding: 11px 0; }
  .jrn-post-toc { margin-bottom: 4px; }

  /* ---- o índice fecha ----

     Tirar progresso e compartilhar não bastou. O índice sozinho media 550px
     numa tela de 812, e o painel inteiro fechava em 650 — o leitor rolava
     80% de uma tela de links antes da primeira palavra do artigo. Um sumário
     aberto por padrão faz sentido numa coluna que fica ao lado do texto;
     empilhado na frente dele, é uma parede entre o título e a leitura.

     Fechado, ele diz quantas seções existem e some do caminho. Quem quer o
     mapa dá um toque; quem quer ler, lê. */
  .jrn-toc-label {
    display: flex; align-items: center; gap: 10px;
    margin: 0; padding: 13px 0; min-height: 44px; cursor: pointer;
  }
  .jrn-toc-conta {
    display: inline-block; margin-left: auto;
    letter-spacing: .12em; font-weight: 500; opacity: .72;
  }
  .jrn-toc-caret {
    display: block; width: 10px; height: 6px; flex: none;
    color: var(--tx-mute);
    transition: transform .32s var(--ease);
  }
  .jrn-toc-label[aria-expanded="true"] .jrn-toc-caret { transform: rotate(180deg); }
  .jrn-toc-label[aria-expanded="false"] + .jrn-toc-list-wrap { display: none; }
  .jrn-toc-label[aria-expanded="true"]  + .jrn-toc-list-wrap { padding-top: 4px; }
}

/* ==========================================================================
   O FIO DE PROGRESSO

   Só no celular, e só porque lá não há coluna lateral. Na coluna o progresso
   é um anel com o tempo restante em palavras; aqui não há espaço para
   palavra nenhuma, então ele vira o que cabe: dois pixels sob a barra.

   O que anima é scaleX, não width. Largura é layout — mexer nela a cada
   quadro de rolagem obrigaria o navegador a refazer a conta da página
   inteira, que é exatamente o custo que este fio não pode ter.
   ========================================================================== */
.jrn-fio { display: none; }

@media (max-width: 960px) {
  .jrn-fio {
    display: block; position: fixed; z-index: 190;
    top: var(--nav-h); left: 0; right: 0; height: 2px;
    background: var(--ln-soft);
    pointer-events: none;
  }
  .jrn-fio span {
    display: block; height: 100%;
    background: var(--ac);
    transform: scaleX(0); transform-origin: 0 50%;
    will-change: transform;
  }
}

@media print { .jrn-fio { display: none !important; } }

/* Escondida enquanto o arquivo novo nao terminou de decodificar. Vem depois
   da regra de .jrn-aberta de proposito: empatam em especificidade, e quem
   vem por ultimo vence — e aqui esconder precisa vencer mostrar. */
.jrn-lupa.jrn-carregando .jrn-lupa-img { opacity: 0; transform: scale(.97); }

/* ==========================================================================
   O TRECHO VIRA IMAGEM

   Story não aceita link, e a alternativa que o leitor tem hoje é a captura
   de tela do artigo — a versão amadora disto. A peça é desenhada na hora,
   em 1080×1920, com a gramática da marca: preto, uma linha champanhe e a
   assinatura embaixo.

   A camada é sempre escura, mesmo com o artigo no papel branco. O que está
   em exibição aqui é a peça, não a página, e ela não muda de cor com o modo
   de leitura — por isso os tons são cravados e não saem dos tokens.
   ========================================================================== */
.jrn-cartao { position: fixed; inset: 0; z-index: 210; visibility: hidden; }
.jrn-cartao.jrn-aberto { visibility: visible; }

/* O desfoque só existe com a camada aberta.

   Declarado na regra de base, ele valia sempre: um elemento de tela cheia
   com backdrop-filter fica no arranjo de camadas mesmo escondido, e o
   navegador passa a tratar a página inteira como fundo de um desfoque que
   ninguém está vendo. Eram dois desses — este e o da lupa — sobre todo
   artigo, o tempo todo. */
.jrn-cartao-fundo {
  position: absolute; inset: 0;
  background: rgba(8, 8, 8, .95);
  opacity: 0; cursor: pointer;
  transition: opacity .34s var(--ease);
}
.jrn-cartao.jrn-aberto .jrn-cartao-fundo {
  opacity: 1;
  backdrop-filter: blur(6px); -webkit-backdrop-filter: blur(6px);
}

/* Fora do painel de propósito: o painel anima em transform, e um elemento
   posicionado dentro de um ancestral transformado passa a se medir por ele
   — o botão viajaria junto durante a abertura. */
.jrn-cartao-fechar {
  position: absolute; top: 18px; right: 20px; z-index: 2;
  width: 44px; height: 44px; padding: 0; cursor: pointer;
  display: grid; place-items: center;
  border: 1px solid rgba(255,255,255,.18); border-radius: 50%;
  background: rgba(255,255,255,.07); color: #fff;
  opacity: 0;
  transition: background .2s var(--ease), border-color .2s var(--ease), opacity .3s var(--ease) .1s;
}
.jrn-cartao.jrn-aberto .jrn-cartao-fechar { opacity: 1; }
.jrn-cartao-fechar svg { width: 16px; height: 16px; }
.jrn-cartao-fechar:hover { background: rgba(255,255,255,.18); border-color: rgba(255,255,255,.3); }

.jrn-cartao-painel {
  position: absolute; inset: 0; margin: auto;
  width: max-content; height: max-content;
  max-width: min(960px, 92vw);
  display: flex; align-items: center; gap: clamp(26px, 4vw, 56px);
  opacity: 0; transform: scale(.96) translateY(10px);
  transition: opacity .3s var(--ease), transform .44s var(--ease);
}
.jrn-cartao.jrn-aberto .jrn-cartao-painel { opacity: 1; transform: none; }

/* Canvas é elemento substituído e tem proporção própria: com uma dimensão
   em auto, o navegador ajusta a outra sozinho. Nenhuma conta em script. */
.jrn-cartao-tela {
  display: block; flex: none;
  /* A proporção vem daqui e não do atributo: o canvas só recebe as medidas
     reais na primeira abertura, e a caixa precisa estar certa antes disso. */
  aspect-ratio: 1080 / 1920;
  width: auto; height: auto;
  max-height: 78vh; max-width: 44vw;
  border-radius: var(--r-3, 16px);
  box-shadow: 0 40px 90px -30px rgba(0,0,0,.9);
  transition: opacity .3s var(--ease);
}
.jrn-cartao.jrn-preparando .jrn-cartao-tela { opacity: .2; }

.jrn-cartao-lado { max-width: 310px; color: #fff; }
.jrn-cartao-rotulo {
  margin: 0 0 14px;
  font-size: 10.5px; font-weight: 500; letter-spacing: .18em; text-transform: uppercase;
  color: #F0E6D2;
}
.jrn-cartao-texto {
  margin: 0 0 26px;
  font-size: 13.5px; line-height: 1.68; color: rgba(255,255,255,.62);
}

.jrn-cartao-acoes { display: flex; flex-direction: column; gap: 10px; }
.jrn-cartao-btn {
  display: inline-flex; align-items: center; justify-content: center;
  height: 46px; padding: 0 24px; cursor: pointer;
  border: 1px solid rgba(255,255,255,.2); border-radius: var(--r-2, 10px);
  background: transparent; color: #fff;
  font-family: inherit; font-size: 13.5px; font-weight: 500;
  transition: background .22s var(--ease), border-color .22s var(--ease), color .22s var(--ease);
}
.jrn-cartao-btn:hover { background: rgba(255,255,255,.1); border-color: rgba(255,255,255,.34); }
.jrn-cartao-btn--ac { background: #F0E6D2; border-color: #F0E6D2; color: #0A0A0A; }
.jrn-cartao-btn--ac:hover { background: #FFFFFF; border-color: #FFFFFF; color: #0A0A0A; }
/* display: inline-flex venceria o hidden do HTML. */
.jrn-cartao-btn[hidden] { display: none; }

/* No celular a peça manda: ela sobe, o texto e os botões descem. */
@media (max-width: 800px) {
  .jrn-cartao-painel {
    flex-direction: column; gap: 22px;
    width: 100%; max-width: none; padding: 72px 22px 28px;
  }
  .jrn-cartao-tela { max-width: min(76vw, 330px); max-height: 56vh; }
  .jrn-cartao-lado { max-width: 430px; text-align: center; }
  .jrn-cartao-texto { margin-bottom: 20px; font-size: 13px; }
  .jrn-cartao-acoes { flex-direction: row; justify-content: center; }
  .jrn-cartao-btn { flex: 1 1 auto; max-width: 210px; padding: 0 16px; }
}

@media (prefers-reduced-motion: reduce) {
  .jrn-cartao-fundo, .jrn-cartao-painel, .jrn-cartao-tela,
  .jrn-cartao-fechar { transition-duration: .01ms !important; }
}
